Capão do Leão Localiza-se a uma latitude 31º45'48" sul e a uma longitude 52º29'02" oeste, estando a uma altitude de 21 metros.
Possui uma área de 784.716 km² e sua população estimada em 2008 era de 27 000 habitantes.
Em seu território está localizada a segunda maior serra de granito do mundo.
O território leonense é banhado pelo Canal São Gonçalo, cortado pela linha férrea que liga Rio Grande a Cacequi, e pelas BRs 116 e 293.
Distritos e bairros
O município conta com três distritos: Pavão, Hidráulica e Passo das Pedras.
Conta também com quatro bairros: Teodósio, Cerro do Estado, Parque Fragata e Jardim América.
Cultura
Brasão do município
Em 1984, foi montado um concurso para definir um brasão para o Capão do Leão. Quem ganhou o concurso foi um militar e o prêmio foi entregue pelo prefeito Madruga, junto com a inauguração da biblioteca pública em 7 de setembro de 1984.
É um brasão tripartido onde na parte superior há um leão e uma pedra representando a pedra da bandeira. Na parte inferior esquerda há um vacum representando a pecuária, forte no município e, na direira, as plantações de arroz.
Segundo estudiosos de heráldica, o brasão está fora das regras mas, sem dúvida, é um bonito brasão.
Economia
A base da economia leonense é a agricultura, seguida do extrativismo mineral em geral, comércio, indústrias de pequeno, médio e grande porte, e também a prestação de serviços.
As grandes indústrias instaladas em Capão do Leão são a Cooperativa Sul-Riogandense de Laticínios (Cosulati), a Avipal, os frigoríficos Extremo-Sul e Mercosul, a Votorantim Celulose e Papel (viveiro), a SBS Engenharia e a Ivaí Engenharia.
Fatores estratégicos positivos
A proximidade com a cidade de Pelotas (cidade-polo regional) e Rio Grande (super porto), e as rodovias BR-116 e BR-293, que cruzam o território municipal.
Turismo
Destacam-se no município, o Serro das Almas (antes conhecido como Serranía del Pabón, segundo um mapa do século XVIII); as pedreiras, principal atividade econômica do município; a Estância Santa Tecla e a Cacimba do Padre Doutor (tio do patrono da imprensa brasileira, Hipólito José da Costa); as cercas de pedra da época dos escravos; o Túmulo do Enforcado; os obeliscos de pedra em comemoração ao fim da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Guerra Mundial; a Ferrovia Rio Grande-Cacequi; a Mesa de Pedra (marco de topografia do exército de 1949); a Toca do Miguel; a Gruta das Santinhas, no antigo Horto Florestal; a Pedra do Dedo (formação rochosa batizada assim pelos moradores); o monumento símbolo de Capão do Leão; a estátua de bronze em homenagem aos graniteiros; o busto de Elberto Madruga (primeiro prefeito da cidade); e a Pedra da Bandeira, que já não existe mais. Entretanto, a maioria desses marcos está correndo risco ou simplesmente foi abandonado, a mercê de ladrões e vândalos.








